…esculpira em cada cântico atroz do seu segredo uma curva estreita nascida de estrada de terra… esperava que em cada solavanco do caminho pudesse ver o vôo dos vagalumes numa noite comum de verão… lembrava dos perfumes de significados murmurantes dos dias vividos – tudo tinha claramente um sentido!… o maior e mais pleno reencontro consigo mesma dava-se quando abria janelas de lembranças – deixava entrar cenas de um cinema colorido de memórias intensas…