…esculpira em cada cântico atroz do seu segredo uma curva estreita nascida de estrada de terra… esperava que em cada solavanco do caminho pudesse ver o vôo dos vagalumes numa noite comum de verão… lembrava dos perfumes de significados murmurantes dos dias vividos – tudo tinha claramente um sentido!… o maior e mais pleno reencontro consigo mesma dava-se quando abria janelas de lembranças – deixava entrar cenas de um cinema colorido de memórias intensas…
10, 2007
11, 2007 at 7:02 pm
ai…
me encontro sempre nos cantos.
e em filmes do chaplin.
14, 2007 at 11:28 am
.dentro de mim tem sempre carmim.
.pra ti.